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segunda-feira, junho 22, 2026
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19 de junho foi o ‘Dia Mundial de Conscientização sobre a Doença Falciforme’

Na última sexta-feira (19 de junho) comemorou-se o ‘Dia Mundial de Conscientização sobre a Doença Falciforme’. A data foi criada pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 2008, como forma de chamar a atenção para a doença, que é genética, hereditária e caracterizada por alterações no sangue. A forma mais grave da Doença Falciforme é a Anemia Falciforme. A enfermidade não tem cura e pode provocar o comprometimento das principais funções do organismo.

O diagnóstico precoce da Doença Falciforme é feito com a realização do Teste do Pezinho, por meio Programa Nacional de Triagem Neonatal (PNTN). Crianças a partir dos quatro meses de idade, jovens e adultos que ainda não fizeram diagnóstico para detecção da doença podem realizar o exame de sangue chamado eletroforese de hemoglobina, disponível no Sistema Único de Saúde (SUS). A eletroforese de hemoglobina também está inserida na rotina do pré-natal, que é garantido a todas as gestantes e parceiros.

Segundo o Ministério da Saúde, entre os anos de 2014 e 2020, a média anual de novos casos de crianças diagnosticadas com Doença Falciforme foi de 1.087, uma incidência de 3,75 a cada 10.000 nascidos vivos. Estima-se que existam entre 60.000 e 100.000 pacientes com Doença Falciforme no país. A distribuição no Brasil é bastante heterogênea, sendo a Bahia, o Distrito Federal e Minas Gerais as unidades federadas de maior incidência.

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