Servidores do HUSE/HFSE vêm manifestando preocupação com a forma como mudanças administrativas estão sendo conduzidas durante o atual processo de transição de gestão no hospital.
Relatos internos apontam que decisões vêm sendo tomadas de maneira unilateral, sem diálogo institucional adequado e desrespeitando fluxos administrativos já estabelecidos pelo Ministério da Saúde, especialmente em um momento sensível de remoção, cessão e movimentação de servidores.
Os episódios recentes envolvendo setores estratégicos ampliaram o clima de insegurança entre os trabalhadores. No setor de Recursos Humanos, houve retirada abrupta de uma chefia ligada ao controle de frequência, sem transição organizada, deixando uma área essencial fragilizada em meio ao processo de reorganização institucional.
Também gerou preocupação a desautorização informal de uma chefia ainda oficialmente nomeada, antes mesmo da conclusão dos trâmites administrativos necessários para substituição do cargo. A situação criou dúvidas sobre quem efetivamente responde pelos atos administrativos e pela condução do setor.
Entre as principais preocupações dos servidores estão:
* possíveis impactos nos processos de saída e movimentação funcional;
* atuação informal de pessoas sem nomeação oficial em funções de chefia;
* instabilidade da equipe em pleno processo de fusão e reorganização administrativa;
* mudanças abruptas sem transparência e sem respeito aos ritos administrativos do Ministério da Saúde;
* insegurança institucional causada por decisões tomadas sem diálogo com setores envolvidos.
A gestão pública exige responsabilidade, estabilidade institucional, respeito às normas administrativas e valorização dos servidores públicos que sustentam diariamente o funcionamento do hospital.
O momento exige diálogo, transparência, legalidade e respeito aos trabalhadores e aos processos institucionais.



