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quinta-feira, junho 18, 2026
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Brasil comemora nesta quinta-feira (18/6) o ‘Dia Nacional do Orgulho Autista’

Nesta quinta-feira (18 de junho), o Brasil comemora o Dia Nacional do Orgulho Autista. A data foi oficializada em março deste ano, por meio da Lei 15.365/26, com o objetivo de celebrar a neurodiversidade. O Dia Nacional do Orgulho Autista se junta ao já existente ‘Dia Nacional de Conscientização sobre o Autismo’, celebrado em 2 de abril e que visa fortalecer a agenda de direitos, inclusão, visibilidade e combate ao estigma associado ao Transtorno do Espectro Autista (TEA).

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição do neurodesenvolvimento caracterizada por desafios na comunicação e na interação social e comportamentos repetitivos. No Brasil, cerca de 2,4 milhões de pessoas sofrem de autismo. O Censo Demográfico de 2022 foi o primeiro a coletar dados sobre autismo devido à Lei nº 13.861/2019.

Atendimento deve começar nas Unidades Básicas de Saúde (UBS)

Segundo o portal do Ministério da Saúde, o atendimento às pessoas com TEA e outras condições deve começar de preferência perto de casa, na Unidade Básica de Saúde (UBS). Quando necessário, a criança, adolescente ou adulto pode ser encaminhado para outros serviços especializados, mas sempre mantendo o acompanhamento com a equipe de referência na atenção primária.

Para garantir um cuidado completo, existe uma rede de serviços de saúde que trabalham juntos:

Centros Especializados em Reabilitação (CER) – realizam diagnóstico e tratamento, além de concessão, adaptação e manutenção de Tecnologia Assistiva, constituindo-se em referência para atendimento às pessoas com deficiência, incluindo as pessoas com TEA.

Centros de Atenção Psicossocial (CAPS/CAPSi) – oferecem cuidado a crianças, adolescentes e adultos com autismo que venham a desenvolver problemas graves de saúde mental.

Policlínicas: unidades especializadas de apoio diagnóstico.

Programa Melhor em Casa – o programa leva atendimento de saúde até o domicílio, configurando-se como uma alternativa assistencial substitutiva e/ou complementar aos leitos hospitalares, inclusive de terapia intensiva em alguns casos, além de atuar como suporte à Atenção Básica em situações que demandam maior complexidade e intensidade de cuidados.

No contexto do Transtorno do Espectro Autista (TEA), o programa pode ser especialmente útil em situações de agudização clínica com manejo de comorbidades associadas, possibilitando a realização de tratamentos temporários no domicílio e contribuindo para a continuidade do cuidado em ambiente familiar.

Serviços de referência locais – equipes multiprofissionais, de serviços locais, que podem conduzir o diagnóstico, acompanhamento especializado e reabilitação.

Em setembro do ano passado, o ministro da saúde, Alexandre Padilha, lançou a nova linha de cuidado para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). O documento orienta sobre diagnóstico, assistência e encaminhamento aos serviços do SUS.

 

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