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sexta-feira, junho 5, 2026
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Dirigente do Sindsprev-RJ destaca financiamento do SUS como principal tema do Conselho Distrital de Saúde

A 15ª Reunião do Conselho Distrital de Saúde da Área Programática 3.2 (AP 3.2), vinculado ao Conselho Municipal de Saúde, realizada nesta quarta-feira (27), no Instituto Nise da Silveira, no bairro do Engenho de Dentro, zona norte do Rio de Janeiro, contou com um número expressivo de usuários do SUS e trabalhadores da Saúde.

A 15ª Reunião do Conselho Distrital de Saúde da Área Programática 3.2 (AP 3.2) contou com um número expressivo de usuários do SUS e trabalhadores da Saúde. Foto: Mayara Alves

Conselho Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (CMS-RJ) é um órgão colegiado de natureza permanente, deliberativa, consultiva e fiscalizadora. Vinculado à estrutura do Sistema Único de Saúde (SUS) no município, ele garante a participação da população na formulação, execução e fiscalização das políticas públicas de saúde na cidade.

As reuniões dos Conselhos Distritais são parte da etapa preparatória municipal para a 18ª Conferência Nacional de Saúde (18ª CNS), que será realizada em julho de 2027, com o tema ‘Saúde, Democracia, Soberania e SUS: cuidar do povo é cuidar do Brasil’.

As reuniões dos Conselhos Distritais são parte da etapa preparatória municipal para a 18ª Conferência Nacional de Saúde (18ª CNS), que será realizada em julho de 2027. Foto: Mayara Alves

O Conselho Distrital de Saúde da Área Programática 3.2 (AP 3.2) é um órgão colegiado que atua na região da Zona Norte do Rio de Janeiro e que engloba 23 bairros.

Os bairros que compõem a AP 3.2 são:

Abolição, Água Santa, Cachambi, Del Castilho, Encantado, Engenho da Rainha, Engenho de Dentro, Engenho Novo, Higienópolis, Inhaúma, Jacaré, Jacarezinho, Lins de Vasconcelos, Maria da Graça, Méier, Piedade, Pilares, Riachuelo, Rocha, Sampaio, São Francisco Xavier, Todos os Santos e Tomás Coelho.

Osvaldo Sergio Mendes, diretor do Sindsprev-RJ e presidente do Conselho Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, considera e defende o financiamento para o SUS como principal ponto discutido na reunião do Conselho Distrital de Saúde da Área Programática (AP) 3.2.

“Sem financiamento não tem SUS. Sem financiamento não tem saúde para nos cuidarmos. Portanto, o ponto mais importante dessa discussão na Conferência é o financiamento para o SUS, resultado que será levado para a Conferência Nacional. Evidentemente, tem outros pontos como o tratamento da saúde mental, que também é de fundamental importância para o nosso povo”, analisou o sindicalista.

O diretor do Sindsprev-RJ lembrou do caso de uma criança negra de 7 anos que foi vítima de racismo, o que afetou sua saúde mental e a dos pais.

“Recentemente aconteceu, em Minas Gerais, um turista argentino se dirigir para uma criança negra, acompanhada de outras crianças negras, e dizer que ali estavam vários pretinhos. Pior: ele disse que ele poderia levar esses pretinhos para a Argentina como escravos. Imagina a cabeça dessa criança, da mãe dessa criança de 7 anos. Como está a saúde mental dessa mãe e desse pai. A saúde mental foi muito afetada. Isso é tratado também na nossa Conferência. Por isso é importante também essa questão da saúde mental para o nosso povo”, apontou.

 

 

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