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sexta-feira, julho 31, 2026
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Pesquisas confirmam favoritismo de Lula

Uma pesquisa divulgada nesta sexta-feira (31/7) reforça o favoritismo do presidente Lula (PT) na disputa pela reeleição, e sinaliza as dificuldades de Flávio Bolsonaro (PL). De acordo com o instituto Alfa Inteligência, no primeiro turno o petista lidera com 43% das intenções de voto.

Em seguida, aparecem Flávio, com 29%, Ronaldo Caiado (PSD), com 7%, Romeu Zema (Novo), com 6%, Renan Santos (Missão), com 3%. Augusto Cury (Avante) tem 1%. Outros candidatos somados alcançam apenas 1%.

Lula lançará oficialmente sua campanha à reeleição neste domingo (2/8), em São Paulo. Nos cenários de segundo turno, Lula também aparece na frente quando confrontado com todos os demais adversários. Contra Flávio Bolsonaro, o presidente tem 48%, e o senador do PL 41%.

Instituto PoderData
– Já o PoderData, instituto responsável pelas pesquisas do Grupo Poder360, divulgou nesta quinta-feira (30) o levantamento de julho com as intenções de voto para presidente da República nas eleições de 2026. Os números foram publicados pelo portal Poder360.

No cenário estimulado de primeiro turno, Lula (PT) lidera com 41% das intenções de voto, ficando seis pontos percentuais à frente de Flávio Bolsonaro (PL).

Genial Quaest – Por sua vez, a pesquisa Genial/Quaest divulgada em 15 de julho aponta o atual presidente à frente na disputa pelo Palácio do Planalto. No cenário estimulado de primeiro turno, Lula lidera com 40% das intenções de voto. Em segundo lugar aparece o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que soma 28% da preferência do eleitorado nacional. Considerando a margem de erro, o petista tem vantagem numérica e está fora da zona de empate técnico.

Datafolha – Pesquisa Datafolha divulgada em 24 de julho pelo site do jornal “Folha de S.Paulo” mostra o presidente Lula (PT) com 40% das intenções de voto no cenário de primeiro turno, oito pontos à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL), que tem 32%. No levantamento anterior, divulgado em 20 de junho, o presidente tinha 41%, e o senador, 31%. Os números mostram um cenário de estabilidade.

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