Foi lançado esta semana o ‘Manifesto pela Soberania Nacional,’ documento norteador do Ato Unificado em Defesa da Soberania Nacional que acontecerá no próximo dia 1º de setembro, a partir das 18h, no auditório do Clube de Engenharia (Centro do Rio).
Assinado pelas entidades da sociedade civil que estão organizando o ato do próximo dia 1/9 e por quaisquer outras pessoas que apoiem a iniciativa, o Manifesto é assertivo ao afirmar que a soberania nacional está sob grave ameaça. “Interesses do governo de uma nação estrangeira buscam impor restrições à nossa economia, interferir em nossas instituições e ditar os rumos do nosso desenvolvimento. Infelizmente, com o incentivo e a colaboração de brasileiros, que traem nossa Pátria, em conluio com os agressores externos, atacando a Justiça de seu próprio País”, frisa o documento, em referência às sanções aplicadas pelo governo de Donald Trump (EUA) contra a economia brasileira e os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
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Entidades empresariais de inúmeros segmentos da economia brasileira — como confederações, federações de comércio, de indústrias e do agronegócio — calculam uma perda superior a 160 mil empregos diretos, na hipótese de o governo norte-americano não recuar na aplicação das tarifas de 50% sobre produtos e serviços exportados pelo Brasil aos EUA.
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O ‘Manifesto pela Soberania Nacional’ também critica as sanções não apenas pela dimensão econômica. “Trata-se de um ataque grave ao Estado Democrático de Direito e à autodeterminação de nossa Pátria. Não aceitaremos intimidações nem ingerências que atentem contra a liberdade do povo brasileiro de decidir seu próprio destino (…..) unimo-nos em um só propósito: defender a soberania nacional como condição para a Democracia, o desenvolvimento e a justiça social”.
A data de realização do Ato Unificado em Defesa da Soberania Nacional (1º de setembro) foi definida durante plenária realizada na noite do dia 14/8, no Clube de Engenharia, com presença de Sindsprev-RJ, OAB, UFRJ, Associação de Juízes pela Democracia, Fórum de Defesa da Economia Nacional, CUT, CTB, representantes de parlamentares do campo progressista e de partidos como PT, PCdoB e PSOL.
No ato do próximo dia 1/9, os manifestantes também vão repudiar a postura antipatriótica do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-RJ) e aliados, que vêm incentivando o governo norte-americano a aprofundar as sanções econômicas aplicadas contra o Brasil.
O ‘Manifesto pela Soberania Nacional’ está sendo assinado por partidos políticos do campo progressista, sindicatos, associações, centrais sindicais, autarquias profissionais, universidades públicas, movimentos sociais, movimentos estudantis e de defesa da economia nacional, entre outras.



