Servidores da seguridade e do seguro social, dirigentes do Sindsprev-RJ, populares e o Bloco Carnavalesco ‘Filhos da Pública’ participaram, nesta segunda-feira (12/10), do grande ato público ‘O samba não se cala, a luta é na rua!’, em frente aos arcos da Lapa. Convocada por dezenas de entidades da sociedade civil, artistas, escolas de samba e agremiações carnavalescas, a manifestação teve por objetivo reafirmar o apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A concentração do ‘Bloco Filhos da Pública’ começou às 14h, em frente à entrada principal do Sindsprev-RJ (rua Joaquim Silva, 98). Após um aquecimento com muito chopp e samba no pé, às 16h o Bloco começou a se deslocar rumo aos arcos da Lapa. Com passistas, bateria e uma faixa onde se lê a frase “Servidores, uni-vos contra Bolsonaro”, o ‘Filhos da Pública’ desceu a rua Teotônio Regadas para juntar-se a milhares de trabalhadores de outras categorias profissionais e militantes de movimentos sociais que já ocupavam o Largo da Lapa, onde um grande palco foi montado para apresentações da bateria da Mangueira, bateria da União de Maricá, Arlindinho, Teresa Cristina, Mestre Fafá, Ruth Alves, Leandro Vieira, Mestre Ciça, Vick, Neguinho da Beija-Flor, Pixulé, Feira das Yabás, Terreiro de Crioulo, Roda de Samba da Pedra do Sal, Cordão do Boitatá, Simpatia é Quase Amor, Bloco Carmelitas, Gigantes da Lira, Barbas e Imprensa que Eu Gamo.

“O samba não se entrega. Contra o fascismo, contra o autoritarismo, contra a ditadura que querem estabelecer no nosso país. Portanto, o Bloco Filhos da Pública convida toda a Lapa para irmos juntos afirmar que temos lado, e que o nosso lado é o Estado democrático de direito, e que esse Estado só é possível com Luiz Inácio Lula da Silva. É samba na rua, povo na multidão. É o Lula presidente do Brasil”, afirmou Cristiane Gerardo, dirigente do Sindsprev-RJ, no início do trajeto rumo aos arcos da Lapa.

“É muito importante que todos compareçam às urnas no próximo dia 25 de outubro, principalmente aqueles que não votaram no primeiro turno. Pra votar no 13 porque Lula foi o único presidente que ajudou a pobreza. Então, vamos fazer o 13”, afirmou a aposentada Lindaura dos Santos Lemes Moreira, de 65 anos.
Para a também aposentada Regina Paixão, de 70 anos, será também decisivo que o maior número de eleitores compareça às urnas neste segundo turno. “Todos devem comparecer às urnas, sobretudo nós, mulheres, que lutamos a vida inteira pelo voto livre. Eu sou Lula por estudo, por mais educação e pelo combate à fome. É lula”, disse ela.


