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sexta-feira, março 6, 2026
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Glauber afirma que Claudio Castro é criminoso, e Comissão da Câmara pede à PGR prisão do governador

“O criminoso mais perigoso do estado do Rio de Janeiro está solto. Está dando entrevistas, sentado na cadeira de governador, no Palácio Guanabara. Assassino em série, frio e calculista, que está fazendo isto para tentar garantir uma cadeira de senador para que ele possa se blindar do conjunto de casos de corrupção envolvendo a sua administração”. A denúncia foi feita pelo deputado federal Glauber Braga, em entrevista coletiva, nesta quarta-feira (29/10), na Câmara dos Deputados, numa referência ao governador Cláudio Castro, que decidiu colocar em andamento a Operação Contenção, das polícias civil e militar. Operação que matou cerca de 134 pessoas.

O parlamentar acrescentou que a chacina no Complexo do Alemão e na Favela da Penha foi um crime cometido por aquele que é o mais perigoso criminoso do estado do Rio de Janeiro e dando entrevistas. “Se apresentando publicamente como se fosse um grande herói, quando no Rio de Janeiro, as pessoas sabem que faz isto para a sua blindagem pessoal e para a acumulação de poder político”, denunciou o parlamentar.

Acrescentou que Cláudio Castro tem que ser devidamente responsabilizado por isto (as mortes): “O nosso mandato, assim como vários outros, vamos assinar todas as iniciativas necessárias para que este governador seja devidamente responsabilizado”.

Prisão preventiva – Segundo o site noticioso Metrópoles, a Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados encaminhou, nesta quarta-feira (29/10), à Procuradoria-Geral da República (PGR) um pedido para que seja analisada a possibilidade de prisão preventiva do governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), após a operação mais letal da história do estado, ocorrida na segunda-feira (28/10).

Segundo o Ministério Público do Rio de Janeiro, até esta quarta-feira (29/10), ao menos 132 pessoas morreram na ação, incluindo policiais. O documento foi assinado pelo presidente do colegiado, deputado Reimont (PT-RJ), e por outros oito parlamentares: Talíria Petrone (PSOL-RJ), Pastor Henrique Vieira (PSol-RJ), Erika Kokay (PT-DF), Tadeu Veneri (PT-PR), Luiz Couto (PT-PB), Glauber Braga (PSol-RJ), Enfermeira Rejane (PCdoB-RJ) e Jandira Feghali (PCdoB-RJ).
“Consideramos que o que aconteceu lá no Rio foi um crime do governador, e não foi o primeiro. Estamos falando de sete chacinas em seis anos de governo de Cláudio Castro”, declarou Reimont ao Metrópoles.

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